Oitenta membros da Primeira Igreja Batista reescrevem a Bíblia

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Membros da Primeira Igreja Batista de Brusque concluíram neste mês de dezembro o projeto “Escrevendo a Bíblia”, segunda etapa, com duração de 30 semanas, reescrevendo o Livro Sagrado completamente. O projeto envolveu cerca de 80 pessoas da comunidade. Na primeira fase do projeto já tinham sido escritos à mão quase todo o Velho Testamento e nesta etapa a Bíblia foi concluída com o Novo Testamento, mais os livros de Salmos e Provérbios.

No domingo (13), Dia da Bíblia, foi realizado um culto especial e concluído o projeto com a participação de todos os membros da comunidade que contribuíras escrevendo trechos da Bíblia. O pastor Eduardo Pena usou um texto de Charles Haddon Spurgeon para ilustrar a importância do projeto. “Pelo Espírito Santo, as palavras da Escritura vêm a nós com uma inspiração presente: o livro não somente foi inspirado, é inspirado. Esse livro é mais que tinta e papel; Ele fala conosco… A Bíblia fala do tom de voz do próprio Deus”.

Segundo o líder batista, “Por quê fazer uma transcrição à mão de toda a Bíblia nos dias de hoje?” A reposta à esta indagação continua a mesma que motivou este projeto: Justamente para revelar a importância do texto para nós, não só presente nas nossas estantes, bibliotecas e aparelhos de mão, mas a presença da sua escrita pautando nosso dia-a-dia.

Já houve um tempo que éramos identificados como os “Os Bíblias”, pois foi a marca dos cristãos oriundos da Reforma Protestante ter as Escrituras como a “regras de fé e práticas” porque regulam o modo como a nossa confiança em Deus deve se expressar. Abrir, ler pausadamente, mentalizar e escrever frase por frase foi um exercício de respeito devocional ao “único livro que nos lê”.

Para o pastor Eduardo Pena, foi com enorme felicidade para a comunidade da Primeira Igreja Batista de Brusque poder entregar esse primeiro exemplar encadernado exatamente na data em que se comemora o Dia da Bíblia – no segundo domingo do mês de dezembro – resultado da união de esforços da comunidade num desafio comum em deixar esse memorial “como testemunho da nossa fé na palavra de Deus”.

 

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